Major da PM aposentado é morto na frente de casa com cinco tiros em VG; suspeitos estão foragidos
PM foi baleado nas costas, no tórax e na cabeça. Incosciente ele foi levado por uma ambulância do SAMU ao Pronto Socorro de Várzea Grande, mas morreu durante o atendimento médico.
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JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO |
Divulgação PM
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Antes de se aposentar Gasparetto
trabalhou no Palácio Paiaguás como integrante da equipe de segurança do
ex-governador e atual senador Blairo Maggi (PR).
O policial
militar aposentado, major Claudemir Gasparetto, foi morto com cinco
tiros, no bairro Planalto Ipiranga, em Várzea Grande. O homicídio
ocorreu nesta terça-feira (18), por volta das 20h.
Conforme informações do 4º Batalhão da Polícia Militar, a vítima estava chegando em casa em um VW Voyage, quando ao menos dois criminosos se aproximaram em um Ford Ecosporte de cor vermelha. "O carro dos bandidos 'emparelhou' no do policial. Com isso um dos criminosos sacou uma arma e atirou várias vezes no major, que não teve nem tempo de sacar sua pistola", explicou um policial.
Claudemir foi baleado nas costas, no tórax e na cabeça. Inconsciente ele foi levado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Pronto Socorro de Várzea Grande, mas morreu durante o atendimento médico.
O corpo dele vai ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser feito o exame de necropsia.
Várias guarnições estão fazendo rondas na região para tentar prender os criminosos, mas até o fechamento desta matéria eles ainda não haviam sido presos.
Antes de se aposentar Gasparetto trabalhou no Palácio Paiaguás como integrante da equipe de segurança do ex-governador e atual senador Blairo Maggi (PR). O major é pai do tenente Gasparetto lotado no 24º Batalhão da PM, no bairro São João Del Rey, em Cuiabá.
SUSPEITA DE ACERTO DE CONTAS
A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) da capital investiga o caso. Conforme um investigador da Polícia Civil, a hipótese de um acerto de contas não é descartada.
Já que no dia 12 de fevereiro de 2011, Claudemir reagiu a uma tentativa de assalto na casa dele, localizada no bairro Cohab Canelas, em Várzea Grande. Na ocasião o militar matou um dos ladrões.
Os bandidos estavam em uma moto Honda Titan e invadiram a casa do militar na madrugada. A filha do policial, Naiane Domingos Gasparetto foi rendida pelos assaltantes. Com o barulho Claudemir acordou e surpreendeu os bandidos, entrando em luta corporal com eles.
Na briga o major atirou e matou o jovem Djon Robert Luna Carvalho. Já Jailto Oliveira de Arruda foi atigido na perna e conseguiu fugir, mas acabou preso a poucos metros da residência.
FEVEREIRO VERMELHO
Com esse homicídio a grande Cuiabá já registrou 18 assassinatos. Seis deles ocorreram em Várzea Grande. Em janeiro as duas cidades tiveram 16 homicídios cada. De acordo informações da DHPP, a maioria das vítimas foi morta em bairros periféricos e estavam envolvidas com a criminalidade.
Conforme informações do 4º Batalhão da Polícia Militar, a vítima estava chegando em casa em um VW Voyage, quando ao menos dois criminosos se aproximaram em um Ford Ecosporte de cor vermelha. "O carro dos bandidos 'emparelhou' no do policial. Com isso um dos criminosos sacou uma arma e atirou várias vezes no major, que não teve nem tempo de sacar sua pistola", explicou um policial.
Claudemir foi baleado nas costas, no tórax e na cabeça. Inconsciente ele foi levado por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Pronto Socorro de Várzea Grande, mas morreu durante o atendimento médico.
O corpo dele vai ser encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser feito o exame de necropsia.
Várias guarnições estão fazendo rondas na região para tentar prender os criminosos, mas até o fechamento desta matéria eles ainda não haviam sido presos.
Antes de se aposentar Gasparetto trabalhou no Palácio Paiaguás como integrante da equipe de segurança do ex-governador e atual senador Blairo Maggi (PR). O major é pai do tenente Gasparetto lotado no 24º Batalhão da PM, no bairro São João Del Rey, em Cuiabá.
SUSPEITA DE ACERTO DE CONTAS
A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) da capital investiga o caso. Conforme um investigador da Polícia Civil, a hipótese de um acerto de contas não é descartada.
Já que no dia 12 de fevereiro de 2011, Claudemir reagiu a uma tentativa de assalto na casa dele, localizada no bairro Cohab Canelas, em Várzea Grande. Na ocasião o militar matou um dos ladrões.
Os bandidos estavam em uma moto Honda Titan e invadiram a casa do militar na madrugada. A filha do policial, Naiane Domingos Gasparetto foi rendida pelos assaltantes. Com o barulho Claudemir acordou e surpreendeu os bandidos, entrando em luta corporal com eles.
Na briga o major atirou e matou o jovem Djon Robert Luna Carvalho. Já Jailto Oliveira de Arruda foi atigido na perna e conseguiu fugir, mas acabou preso a poucos metros da residência.
FEVEREIRO VERMELHO
Com esse homicídio a grande Cuiabá já registrou 18 assassinatos. Seis deles ocorreram em Várzea Grande. Em janeiro as duas cidades tiveram 16 homicídios cada. De acordo informações da DHPP, a maioria das vítimas foi morta em bairros periféricos e estavam envolvidas com a criminalidade.

Sabe o que acontece ? Quem deveria representar as categorias que estão na frente de nossas entidades representativas, muitos se renderam aos caprichos do governo em seus escambos e quiprocós cada um com suas migalhas o interesse de muitos são meramente pessoais e quem resolve colocar a mão na massa são apedrejados dentro da própria caserna, pelo simples fato Os verdadeiros Guerreiros da Luta classista se distoam da maioria eles não comem na mão do executivo , não aceitam negociatas não acumulam cargos remunerados e nem tem indicações para parentes em vagas arranjadas sem qualificação ou concurso publico...Esse é o diferencial de quem luta por conquista a uma coletividade ingrata. Os que aplaudiam Jesus na entrada triunfal em Jerusalém, duas semanas depois Gritavam Viva o Rei dos Judeus e diziam mais se tu és filho de Deus Salva a ti e a nós também. Parabéns Major Araujo por ousar lutar insistentemente por conquista a uma classe onde muitos não sabem reconhecer o valor real de quem briga por conquista ,onde o desinteresse político e a descrença vem acumulado com a falta de fé e inveja. Quem realmente merece o descrédito por não cumprir nem respeitar leis vigentes não nos dar o que nos é de direito como reajuste digno que é a função do executivo é o próprio executivo com seus assessores que fustigam a categoria subalterna de servidores impondo significativas métas remuneradas com uma projeção ou quem sabe uma assunção ao cobiçado primeiro escalão de uma secretaria pomposa e suas regalias. Que digam os algozes e feitores que tentam marginalizar a luta classista em nosso estado" SALVE BARRABÁS CRUCIFIQUEM O CRISTO"








