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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Artigo de Opinião: A Caserna no Parlamento Federal – O Xadrez Político das Fardas em Goiás para 2026

Artigo de Opinião: A Caserna no Parlamento Federal – O Xadrez Político das Fardas em Goiás para 2026



Professor/ ST Aciolly 

O cenário político goiano para 2026 começa a ser desenhado nos bastidores das associações e nos corredores dos quartéis. A busca por uma cadeira no Congresso Nacional não é apenas uma questão de vaidade pessoal, mas uma necessidade estratégica de representatividade para a segurança pública. O "voto de farda", historicamente fragmentado, hoje amadurece sob a liderança de nomes que equilibram o rigor da hierarquia com a habilidade da diplomacia política.

No topo dessa pirâmide de articulação, destaca-se o Coronel Cardoso. Endossado pela Associação dos Oficiais (ASSOF ), Cardoso não é apenas um nome institucional; ele carrega um legado de conquistas concretas para a categoria. Sua capacidade de diálogo ampliado e o trânsito livre entre o Executivo e o Legislativo o posicionam como um articulador nato, capaz de traduzir as demandas da caserna em projetos viáveis no parlamento.

Outro nome que circula nos bastidores da caserna, correndo  com o capital político já testado nas urnas, é o Coronel Urzeda surge como um veterano da política partidária. Como vereador atuante, com perfil bem definido e alinhado as pautas da direita Bolsonarista, ele já consolidou sua base e provou que possui capilaridade eleitoral, sendo uma voz constante na defesa dos interesses dos militares no parlamento municipal da capital. 

No mesmo espectro de gestão institucional, o Tenente-Coronel Nilson, à frente da Caixa Beneficente, detém o controle de uma máquina assistencial que toca diretamente o bem-estar da tropa, S a sua longa trajetória na luta classista não se resume ao atual cargo que ora exerce, foi presidente da assego com uma gestão ampla e bem sucedida o que lhe confere um recall positivo e promissor.

A diversidade de perfis também traz figuras como o Coronel Caetano, cuja trajetória brilhante esteve bem no começo de sua trajetória na região da estrada de ferro, Pires do Rio,Ipameri e todo sudeste goiano com passagens pelo Palácio em governos anteriores mostram que ele conhece os atalhos do poder estadual. 

Nos bastidores da caserna, por outro lado, o fenômeno dos novos tempos se faz presente como o "anônimo emergente" dos podcasts. Apoiado pela Associação de Subtenentes e Sargentos, ele aposta na comunicação direta com as praças, embora enfrente o desafio de converter embates históricos com o governo em resultados e conquistas efetivas.

Numa sondagem de bastidores, surge uma das maiores incógnitas — e potenciais surpresas — reside no Major Muller. Com atuação de excelência na Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), Muller possui a chave para um eleitorado gigantesco que ultrapassa 1,2 milhão de votantes entre o entorno e o DF. Sua forma bem discreta nos bastidores e distinção é de certo uma grande estratégia; embora ainda não tenha se manifestado, tem como inspiração um grande articulador de bastidores cujo legado mesmo que de uma forma discreta e anônima representa a projeção e a consolidação. Grandes avanços e projeção de nomes que se consolidaram no parlamento Federal desde a luta pela pec 300,há décadas o Coronel Miller (Pai do Major Muller), vem construindo essa ponte que atende as percepções e demandas das Pms e co irmãs de todo o Brasil, isso assegura e lhe confere o passaporte para ser quem sabe a médio prazo um representante no parlamento Federal. Seu prestígio entre as praças e oficiais o torna um "nome natural" para qualquer disputa majoritária, bastando apenas o sinal verde de sua própria vontade.

Nos bastidores temos também e não se pode esquecer da representatividade feminina e da experiência de quem já sentiu o peso de uma campanha. A Subtenente Denise Brasil, ex-suplente de Deputado Federal, permanece como um quadro qualificado. Seu carisma e a capacidade de unificar o discurso entre homens e mulheres da segurança pública a mantêm como uma opção viável para preencher vácuos de representatividade no legislativo federal.

Há quem diga de que o veterano Coronel Belelli, grande articulador de direita radical, cujo legado e articulação vem se despontando nas redes sociais como um nome, a ser explorado nessa corrida que horas se inicia. Por suas postagens contundentes, clara e objetivas estilo rústico Grosso que não rodeia para entregar as demandas que em seu discurso o mantém com um capital político de norte a sul no estado de Goiás. O mesmo tem o apoio e a empatia nos bastidores dá ala conservadora Bolsonarista.

O que se vê em Goiás não é apenas uma lista de possíveis pré candidatos, mas um ecossistema de líderes com trânsito livre entre praças e oficiais que também se projetam de forma positiva junto a sociedade civil. 

O desafio para 2026 será a união: se a caserna conseguir convergir em torno de nomes estratégicos, a segurança pública de Goiás terá, finalmente, uma bancada robusta e técnica em Brasília.

Qual desses nomes você acredita que melhor representa os anseios da segurança pública hoje? O debate está aberto.


quinta-feira, 5 de junho de 2025

Sem uma marca, Lula enfrenta cenário arriscado para reeleição e pode repetir a perda de Bolsonaro em 2022




05 junho 2025 às 10h5olsonaro foi o primeiro candidato a Presidência a perder uma reeleição; Lula poe seguir o mesmo caminho caso não aumente sua aprovação a tempo para 2026
Com reta final truculenta, Lula arrisca não ser eleito em 2026 | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil


Se uma palavra pudesse resumir a reta final do Governo Lula, até o momento, seria “escândalos”. Desde a posse no início de 2023, o terceiro governo do petista foi recheado de notícias negativas e tropeços políticos por omissão na manipulação da narrativa. Se o ritmo continuar assim, o que era para ser um governo da “retomada” e da “reconstrução” da democracia, vai ser lembrado por um governo “passivo” que não conseguiu deixar uma marca positiva enquanto estava cercado de repercussões negativas.

Uma possível base disso está nas novas rodadas de pesquisa da Genial Quaest que mostram que, pela primeira vez, a avaliação negativa do Governo Lula 3 chegou batendo o pé na porta da reeleição. Ao contrário das apurações anteriores, a intenção de voto dos opositores de direita estão tecnicamente empatados com Lula para as urnas de 2026. Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio de Freitas (Republicanos) e até a Michelle Bolsonaro (PL) — que é reprovada a favor do petista pelo ajudante de ordens do ex-presidente, Mauro Cid — estão empatados com menos de dois pontos percentuais, a margem de erro estimada pela apuração.

Caso continue assim, Lula corre risco de perder as eleições de 2026 por exclusão, ou seja, o eleitor votar em qualquer pessoa menos o petista, assim como ocorreu em 2022 com o Bolsonaro na reta final do governo. Por outro lado, ainda resta mais de um ano até as urnas melhorarem. Contudo, a perspectiva, até agora, não é favorável para o petista.

Se isso não soar um alarme no Palácio do Planalto, então nada mais resta para o governo se não construir um novo nome com a ajuda de outros partidos da esquerda. Do outro lado, o ex-presidente Bolsonaro enfrenta um problema semelhante em que apoiadores reclamam para a concentração de um novo líder da direita, ao qual o atual governador paulista Tarcísio é o mais bem visto como um sucessor do movimento. Bolsonaro, que está prestes a ser preso por tentar coup d’état (tentativa de golpe de Estado), não mostrou, até o momento, que está aberto para sucessores a medida que o movimento eleitoral segue fragmentado, mas ganhando cada vez mais espaço de pouco a pouco.

Comunicação defasada

Essa passividade em relação a ataques à presidência e a falta de uma marca positiva possuem uma raiz de um problema que é apontado desde o início por cientistas políticos, a comunicação defasada do Governo Lula 3, e da esquerda de modo geral. Enquanto a direita se especializou na captação de visualizações nas redes sociais com conteúdos inflamatórios, como os vídeos caluniosos do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

A esquerda, que deveria ser um movimento do povo para o povo, peca em organizar as massas nas redes, ao que aparenta ser pelo medo de “jogar sujo” contra o adversário, este, que usa com todos os meios necessários para erradicar a oposição.

Contudo, a luta do petista é de uma escalada de montanha sem suporte técnico, e com direito a muitos escorregões ladeira abaixo. A montanha, criada pelos mesmo algoritmos inflamatórios das redes sociais e pelas manipulações da direita com fake news, é o ambiente perfeito para uma emboscada na narrativa do governo. Neste cenário em que a única opção do jogo é jogá-lo, existem tão poucos movimentos que permitem uma jogada livre de sacrifícios.

Como também mostrou a Quaest na avaliação do petista, mais pessoas ouviram sobre o roubo do INSS e a inflação, do que os programas sociais criados pelo governo, como o Pé de Meia, Auxílio Gás e as isenções de impostos para inscritos no CadÚnico, além de indicativos que mostram um crescimento da economia.

Uma comunicação reativa e integrada com acordos políticos das bases e siglas aliadas poderia blindar parte dos ataques da direita e até render pontos positivos com a sociedade e o eleitorado pelos “marcos” do governo, mesmo que esse não sejam tão grandiosos como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança.

FONTE JORNAL OPÇÃO

quarta-feira, 4 de junho de 2025

O inimigo do funcionalismo


 O inimigo do funcionalismo □■ O governador Ronaldo Caiado mais uma vez confirma sua posição hostil diante do funcionalismo público goiano.



Depois de rasgar um acordo firmado com a Polícia Civil no início do ano, agora parte para o ataque judicial ao protocolar uma ADPF no Supremo Tribunal Federal contra decisões que garantem o pagamento da data-base de servidores públicos do Estado.


São 13 sentenças favoráveis a 11 entidades sindicais que representam categorias diversas.


Caiado trata esses sindicatos como se fossem inimigos do Estado, quando, na verdade, são a espinha dorsal do serviço público.


* Ofensiva contra o direito adquirido


Na prática, Caiado tenta anular o reconhecimento de dívidas legítimas que o Estado tem com seus servidores. O valor ultrapassa R$ 515 milhões.


Caiado quer transformar o Supremo em trincheira para oficializar o calote. Alega precedente de 2019 envolvendo o Mato Grosso, como se a realidade fosse a mesma — e como se a jurisprudência pudesse ser moldada conforme conveniência política e financeira.


A manobra é reveladora: em vez de diálogo, judicialização; em vez de valorização, ataque sistemático aos que sustentam o funcionamento do Estado. Uma postura que confirma o que os servidores já sabem: Caiado governa contra eles.


Cristiano Silva

Editor

GAYER COMENTA ENVIO DE CARTA DO DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA DOS EUA A MORAES...

Ninguém é seu amigo – Maquiavel e o jogo sujo do poder

SOBRE MAQUIAVEL O QUE TODO CANDIDATO DEVERIA SABER!

BOLSONARO ERROU