sexta-feira, 18 de setembro de 2026
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Artigo de Opinião: A Caserna no Parlamento Federal – O Xadrez Político das Fardas em Goiás para 2026
Artigo de Opinião: A Caserna no Parlamento Federal – O Xadrez Político das Fardas em Goiás para 2026
Professor/ ST Aciolly
O cenário político goiano para 2026 começa a ser desenhado nos bastidores das associações e nos corredores dos quartéis. A busca por uma cadeira no Congresso Nacional não é apenas uma questão de vaidade pessoal, mas uma necessidade estratégica de representatividade para a segurança pública. O "voto de farda", historicamente fragmentado, hoje amadurece sob a liderança de nomes que equilibram o rigor da hierarquia com a habilidade da diplomacia política.
No topo dessa pirâmide de articulação, destaca-se o Coronel Cardoso. Endossado pela Associação dos Oficiais (ASSOF ), Cardoso não é apenas um nome institucional; ele carrega um legado de conquistas concretas para a categoria. Sua capacidade de diálogo ampliado e o trânsito livre entre o Executivo e o Legislativo o posicionam como um articulador nato, capaz de traduzir as demandas da caserna em projetos viáveis no parlamento.
Outro nome que circula nos bastidores da caserna, correndo com o capital político já testado nas urnas, é o Coronel Urzeda surge como um veterano da política partidária. Como vereador atuante, com perfil bem definido e alinhado as pautas da direita Bolsonarista, ele já consolidou sua base e provou que possui capilaridade eleitoral, sendo uma voz constante na defesa dos interesses dos militares no parlamento municipal da capital.
No mesmo espectro de gestão institucional, o Tenente-Coronel Nilson, à frente da Caixa Beneficente, detém o controle de uma máquina assistencial que toca diretamente o bem-estar da tropa, S a sua longa trajetória na luta classista não se resume ao atual cargo que ora exerce, foi presidente da assego com uma gestão ampla e bem sucedida o que lhe confere um recall positivo e promissor.
A diversidade de perfis também traz figuras como o Coronel Caetano, cuja trajetória brilhante esteve bem no começo de sua trajetória na região da estrada de ferro, Pires do Rio,Ipameri e todo sudeste goiano com passagens pelo Palácio em governos anteriores mostram que ele conhece os atalhos do poder estadual.
Nos bastidores da caserna, por outro lado, o fenômeno dos novos tempos se faz presente como o "anônimo emergente" dos podcasts. Apoiado pela Associação de Subtenentes e Sargentos, ele aposta na comunicação direta com as praças, embora enfrente o desafio de converter embates históricos com o governo em resultados e conquistas efetivas.
Numa sondagem de bastidores, surge uma das maiores incógnitas — e potenciais surpresas — reside no Major Muller. Com atuação de excelência na Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), Muller possui a chave para um eleitorado gigantesco que ultrapassa 1,2 milhão de votantes entre o entorno e o DF. Sua forma bem discreta nos bastidores e distinção é de certo uma grande estratégia; embora ainda não tenha se manifestado, tem como inspiração um grande articulador de bastidores cujo legado mesmo que de uma forma discreta e anônima representa a projeção e a consolidação. Grandes avanços e projeção de nomes que se consolidaram no parlamento Federal desde a luta pela pec 300,há décadas o Coronel Miller (Pai do Major Muller), vem construindo essa ponte que atende as percepções e demandas das Pms e co irmãs de todo o Brasil, isso assegura e lhe confere o passaporte para ser quem sabe a médio prazo um representante no parlamento Federal. Seu prestígio entre as praças e oficiais o torna um "nome natural" para qualquer disputa majoritária, bastando apenas o sinal verde de sua própria vontade.
Nos bastidores temos também e não se pode esquecer da representatividade feminina e da experiência de quem já sentiu o peso de uma campanha. A Subtenente Denise Brasil, ex-suplente de Deputado Federal, permanece como um quadro qualificado. Seu carisma e a capacidade de unificar o discurso entre homens e mulheres da segurança pública a mantêm como uma opção viável para preencher vácuos de representatividade no legislativo federal.
Há quem diga de que o veterano Coronel Belelli, grande articulador de direita radical, cujo legado e articulação vem se despontando nas redes sociais como um nome, a ser explorado nessa corrida que horas se inicia. Por suas postagens contundentes, clara e objetivas estilo rústico Grosso que não rodeia para entregar as demandas que em seu discurso o mantém com um capital político de norte a sul no estado de Goiás. O mesmo tem o apoio e a empatia nos bastidores dá ala conservadora Bolsonarista.
O que se vê em Goiás não é apenas uma lista de possíveis pré candidatos, mas um ecossistema de líderes com trânsito livre entre praças e oficiais que também se projetam de forma positiva junto a sociedade civil.
O desafio para 2026 será a união: se a caserna conseguir convergir em torno de nomes estratégicos, a segurança pública de Goiás terá, finalmente, uma bancada robusta e técnica em Brasília.
Qual desses nomes você acredita que melhor representa os anseios da segurança pública hoje? O debate está aberto.
sábado, 6 de dezembro de 2025
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
terça-feira, 2 de setembro de 2025
terça-feira, 15 de julho de 2025
segunda-feira, 23 de junho de 2025
domingo, 22 de junho de 2025
quinta-feira, 5 de junho de 2025
Sem uma marca, Lula enfrenta cenário arriscado para reeleição e pode repetir a perda de Bolsonaro em 2022

quarta-feira, 4 de junho de 2025
O inimigo do funcionalismo
Depois de rasgar um acordo firmado com a Polícia Civil no início do ano, agora parte para o ataque judicial ao protocolar uma ADPF no Supremo Tribunal Federal contra decisões que garantem o pagamento da data-base de servidores públicos do Estado.
São 13 sentenças favoráveis a 11 entidades sindicais que representam categorias diversas.
Caiado trata esses sindicatos como se fossem inimigos do Estado, quando, na verdade, são a espinha dorsal do serviço público.
* Ofensiva contra o direito adquirido
Na prática, Caiado tenta anular o reconhecimento de dívidas legítimas que o Estado tem com seus servidores. O valor ultrapassa R$ 515 milhões.
Caiado quer transformar o Supremo em trincheira para oficializar o calote. Alega precedente de 2019 envolvendo o Mato Grosso, como se a realidade fosse a mesma — e como se a jurisprudência pudesse ser moldada conforme conveniência política e financeira.
A manobra é reveladora: em vez de diálogo, judicialização; em vez de valorização, ataque sistemático aos que sustentam o funcionamento do Estado. Uma postura que confirma o que os servidores já sabem: Caiado governa contra eles.
Cristiano Silva
Editor


João Reynol