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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Joalheria na 303 sul é assaltada por dois homens armados

Joalheria na 303 sul é assaltada por dois homens armados

Publicação: 27/01/2012 19:10 Atualização: 27/01/2012 22:21
Por conta da movimentação na quadra, os ladrões só levaram relógios (Carlos Moura/CB/D.A Press )
Por conta da movimentação na quadra, os ladrões só levaram relógios

Uma dupla assaltou uma joalheria na Quadra 303 na Asa Sul no início da tarde desta sexta-feira (27/1). O crime aconteceu por volta das 13h e não havia nenhum cliente no local, apenas duas funcionárias. Por conta da movimentação causada na quadra em virtude da ação, os assaltantes levaram apenas três relógios. Segundo o proprietário, os criminosos estavam armados e fugiram depois de cinco minutos após anunciarem o assalto.

composição inedita

W. Aciolly gospel Composição inedita de minha autoria 62 99916532 obs já reagistrada pronta para ser gravada aciollyversatil@hotmail.com

FOTO AMIGOS DOS SERVIDORES DA SEGURANÇA PUBLICA EM LUZIANIA GOIAS

POLICIAIS DA PARAÍBA DECIDEM PELA GREVE E GOVERNADOR AMEAÇA CONVOCAR TROPAS FEDERAIS 10 Comentários Publicado por Soldado Glaucia em fevereiro 28, 2011 Já está definido. Policiais militares e civis, além de agentes penitenciários e bombeiros, já estão em greve, cuja decisão foi tomada hoje à tarde, durante uma assembléia que aconteceu na Praça João Pessoa, na Capital do Estado. Também esta segunda-feira ainda houve uma reunião do comando dos policiais com representantes do Governo do Estado, mas terminado o encontro, já dava para sentir que a paralisação estava mesmo em vias de acontecer. Na reunião, o Governo do Estado sinalizou que seria apresentada uma proposta salarial em 15 dias aos o período do carnaval. O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar da Paraíba (Asspom), Marcílio Brás, acredita que 10 mil profissionais cruzem os braços para aderir ao movimento. Os policiais militares param a partir da meia noite de hoje, já os civis e agentes penitenciários, vão esperar 72 horas, como mandaria a regulamentação de greve. O Governo do Estado considera a decisão pela greve como um desrespeito ao bom diálogo e à sociedade, por considerar que houve uma diminuição no prazo para apresentação de proposta salarial, que era de 30 dias, agora para 15 dias. Nesta manhã, o Governador Ricardo Coutinho já tinha anunciado que, caso a greve fosse decretada, iria convocar as tropas federais. A assessoria jurídica do Estado deve pedir a ilegalidade do movimento na Justiça. FONTE: PB1

POLICIAIS DA PARAÍBA DECIDEM PELA GREVE E GOVERNADOR AMEAÇA CONVOCAR TROPAS FEDERAIS

Já está definido. Policiais militares e civis, além de agentes penitenciários e bombeiros, já estão em greve, cuja decisão foi tomada hoje à tarde, durante uma assembléia que aconteceu na Praça João Pessoa, na Capital do Estado.
Também esta segunda-feira ainda houve uma reunião do comando dos policiais com representantes do Governo do Estado, mas terminado o encontro, já dava para sentir que a paralisação estava mesmo em vias de acontecer.
Na reunião, o Governo do Estado sinalizou que seria apresentada uma proposta salarial em 15 dias aos o período do carnaval. O presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar da Paraíba (Asspom), Marcílio Brás, acredita que 10 mil profissionais cruzem os braços para aderir ao movimento.
Os policiais militares param a partir da meia noite de hoje, já os civis e agentes penitenciários, vão esperar 72 horas, como mandaria a regulamentação de greve.
O Governo do Estado considera a decisão pela greve como um desrespeito ao bom diálogo e à sociedade, por considerar que houve uma diminuição no prazo para apresentação de proposta salarial, que era de 30 dias, agora para 15 dias.
Nesta manhã, o Governador Ricardo Coutinho já tinha anunciado que, caso a greve fosse decretada, iria convocar as tropas federais. A assessoria jurídica do Estado deve pedir a ilegalidade do movimento na Justiça.
FONTE: PB1

Durante a fuga, os quatro assaltantes entraram em um ônibus cheio de passageiros e o agente penitenciário bloqueou a passagem Um agente de atividades penitenciárias foi surpreendido em casa por quatro assaltantes armados, por volta de 12h desta terça-feira (24/1), em Valparaíso. Os bandidos aproveitaram o momento em que a empregada da residência abriu o portão para uma vistoria preventiva da dengue feita por uma funcionária da Secretaria de Saúde. O agente, a mãe dele, a empregada e a fiscal foram amarrados e os criminosos levaram um revólver .40.

      
Durante a fuga, os quatro assaltantes entraram em um ônibus cheio de passageiros e o agente penitenciário bloqueou a passagem
Um agente de atividades penitenciárias foi surpreendido em casa por quatro assaltantes armados, por volta de 12h desta terça-feira (24/1), em Valparaíso. Os bandidos aproveitaram o momento em que a empregada da residência abriu o portão para uma vistoria preventiva da dengue feita por uma funcionária da Secretaria de Saúde. O agente, a mãe dele, a empregada e a fiscal foram amarrados e os criminosos levaram um revólver .40.

Segundo informações do delegado titular da 1ª Delegacia de Polícia de Valparaíso, Nilton Pereira Pestana, ao fugirem, outro agente penitenciário que chegava de carro à casa do colega de trabalho, percebeu a movimentação e seguiu os homens. Durante a fuga, os quatro assaltantes entraram em um ônibus com muitos passageiros. Para impedir a passagem do coletivo, o agente em perseguição fechou o veículo e avisou o motorista do ônibus sobre o assalto. O condutor conseguiu descer do coletivo com as chaves na mão, além de fechar as portas do transporte.

Ainda de acordo com o delegado, os criminosos saíram pelas janelas e começaram a trocar tiros com o servidor. Durante o confronto, o agente acertou um dos criminosos que participaram da ação, Warley Pereira da Silva, de 21 anos. Ele morreu no local. Outro alvejado na troca de tiros foi Renato Porto Teodoro, de 22 anos, que também fazia parte do grupo. Ele foi internado no Hospital de Santa Maria para ser operado. Dois dos bandidos conseguiram fugir.

Warley tinha 20 passagens pela polícia, a maioria delas por roubo e furto.
Fonte: Correio Braziliense (Aline Bravim)  

Patrimônio centenário do DF e do Entorno é ameaçado por falta de cuidado

Patrimônio centenário do DF e do Entorno é ameaçado por falta de cuidado

Publicação: 27/01/2012 07:46 Atualização: 27/01/2012 07:51
Manter de pé a história do Distrito Federal e  do Entorno custa caro. Sem verba, leis tornam-se insuficientes para proteger imóveis centenários, cada vez mais raros na região. A quem não tem dinheiro e apoio oficial, resta assistir ao patrimônio pessoal e nacional desaparecer com o tempo. Dessa forma, cidades e povoados perderam todo o casario antigo. A maioria dos que ainda tem algum desses bens pode contá-los nos dedos.

O motorista de ônibus Jarbas Camelo de Mendonça, 54 anos, passa a maior parte do dia fora de casa porque teme a queda repentina do imóvel, com cerca de 150 anos, em Luziânia (GO). “Como pode ver, parte do casarão não tem telhado, a madeira está apodrecendo e as paredes, de adobe, precisam de reforma, pois estão encharcadas. Mas não temos dinheiro para tudo isso”, comenta.

Ele e os irmãos calculam ser necessários mais de R$ 150 mil para uma reforma completa. No entanto, a renda familiar não passa dos R$ 4 mil mensais, quantia que tem de sustentar mais de 10 pessoas. “A casa é tombada, não podemos derrubá-la. Mas, com o tempo, vai cair sozinha. Já avisamos à prefeitura e ao governo do estado, mas eles dizem que não podem ajudar”, queixa-se Antonino, 65 anos, irmão de Jarbas. 
Catador de latinhas, Pedro d,Abadia mora sozinho em um casarão em ruínas, no centro histórico de Planaltina: família prefere que o imóvel seja comprado para restauração (Monique Renne/CB/D.A Press)
Catador de latinhas, Pedro d,Abadia mora sozinho em um casarão em ruínas, no centro histórico de Planaltina: família prefere que o imóvel seja comprado para restauração


Para dar segurança à mãe, Elisa Gomes Curado, 95 anos, os filhos decidiram erguer um cômodo anexo à antiga casa. Mas a vontade da família era vender todo terreno, avaliado em R$ 250 mil, e construir uma ampla, segura e confortável residência para a matriarca, descendente de escravos, que tem 16 filhos e 75 netos.

O centenário imóvel da família fica na Rua do Rosário, uma das mais valorizadas e antigas de Luziânia, fundada como Santa Luzia em 13 de dezembro de 1746 por bandeirantes em busca de ouro. Mas, do período colonial, restam apenas 29 casarões, grande parte na Rua do Rosário e nas proximidades dela. Há 10 anos, eram 41, todos tombados por lei municipal ou estadual. 

A prefeitura reconhece a perda histórica, mas alega poder fazer pouco. “A maioria dos bens tombados é particular. Cabe ao dono preservá-la. O município não tem muita verba para ajudar. O que se pode fazer é comprar ou alugar alguns desses imóveis. No momento, ela tem quatro locados e está em processo de compra de um”, argumenta a diretora de Cultura de Luziânia, Diane Gonçalves da Silva.

Em ruínas

Mais antiga cidade do Distrito Federal, Planaltina também já perdeu a maior parte do acervo histórico e cultural. E ainda vê ameaçado o pouco que sobra de quando pertencia a Goiás e tinha ruas de pedra e casarões imponentes. De todas as antigas construções, somente a Igreja de São Sebastião e o Museu Histórico e Artístico de Planaltina são tombados pelo Governo do Distrito Federal. 

Mesmo assim, construído por escravos e concluído em 1870, o templo católico está comprometido, com rachaduras nas paredes. Instrutores de autoescola que usam o estacionamento público ao lado para aulas práticas fazem do interior do edifício uma extensão do escritório de suas empresas, usando e abusando também do deteriorado banheiro da igreja.

A ameaça ao templo e toda a descaracterização do centro histórico incomodam principalmente os mais antigos moradores da cidade. “Essa igreja é o pouco que resta dos tempos em que Planaltina era uma cidade tranquila e bonita”, observa José de Castro, 70 anos, que faz questão de passear ao redor do edifício centenário toda manhã, na companhia do filho Marcos Paulo, 25.

Pedro d’Abadia Gonçalves, 61 anos, sonha ver restaurado o casarão em que mora sozinho. Mas, com os cerca de R$ 500 mensais que ganha catando e reciclando latinhas, não consegue nem sequer trocar as telhas. Com isso, em época de chuva, o imóvel com mais de 100 anos vive alagado. As infiltrações castigam as paredes de adobe e o madeirame das portas e janelas. Uma das paredes caiu há 15 dias.

Antes que ela toda venha abaixo, Pedro e os irmãos pretendem vender a casa de seis cômodos, localizada na antiga Rua 13 de Maio, no Setor Tradicional de Planaltina, onde estão todos os poucos imóveis centenários da cidade. “A gente queria vender a casa para alguém com dinheiro para reformá-la toda. Ficaria linda pintadinha e com o telhado novo”, comenta Pedro. 

Nem tão formosa


Distante 70km de Brasília e com quase 300 anos, Formosa é outro triste exemplo da falta de preservação. Por muito tempo, casarões em estilo barroco, erguidos com madeiras nobres e telhas importadas, conservavam a história da região. Mas esse patrimônio está em extinção. Em janeiro de 2003, a prefeitura fez um levantamento das casas centenárias no município. Contaram apenas 15. No mesmo ano, duas foram demolidas. Ambas para dar lugar a prédios residenciais, em volta da principal praça, em frente à Catedral Imaculada Conceição.         A destruição só teve fim quando o então promotor de Defesa do Patrimônio, Frederico Augusto de Oliveira Santos, concluiu um processo de tombamento dos prédios históricos. Com o desmanche do casarão ao lado da catedral, onde funcionava uma sapataria, o promotor entrou com uma ação civil pública de R$ 400 mil contra os donos do imóveis destruídos e a prefeitura. Fez também um pedido de liminar para o tombamento dos prédios históricos, a proibição de demolições e a construção de imóveis com mais de um pavimento ao redor da praça da catedral.

A juíza Grace Corrêa Pereira, da comarca de Formosa, acatou os pedidos do promotor. Fixou como pena uma multa diária de R$ 10 mil para quem desobedecer à decisão. Mandou ainda enviar uma cópia do seu despacho para o governo de Goiás, para o estado fazer um levantamento das casas antigas de Formosa e tombar as com valor histórico, cultural e paisagístico. Por meio da ordem judicial, mantiveram-se em pé 13 casarões.

FONTEhttp://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/01/27/interna_cidadesdf,287755/patrimonio-centenario-do-df-e-do-entorno-e-ameacado-por-falta-de-cuidado.shtml

Subtenente Ricardo Garcia Sr Comandante



Sr Comandante

A Minha Continência

Sei que no nosso meio não existe a palavra “desculpas”, porem pelo respeito que tenho pelo Sr não só pelo fato de ser meu Comandante mas também pela admiração do exemplo que nos da com suas atitudes de um verdadeiro Líder.

Certo dia, ouvi uma frase que dizia que “Os mortos são mais fortes do que os vivos, pois tudo o que eles fizeram os vivos não conseguem mudar”

Talvez possamos citar alguns atributos os quais nos conduziram a chegar a onde estamos, a falta de vontade, a comodidade, a vaidade, a intolerância, a covardia, a ignorância, a omissão e tantos outros os quais são peculiares do Ser Humano que as vezes esquecemos que somos.

Eu sempre digo e repito que somos “a mais organizada desorganização militar que existe” e que infelizmente é comprova em nosso dia a dia por culpa dos tais “Mortos”.
Repare o Sr quando um “Superior” chega ao ponto de dizer que vai punir um “subalterno” pelo simples fato de ele estar sem um colete refletivo durante um policiamento e no entanto ele não tem a mesma atitude ou a preocupação caso não esteja usando um colete balístico o qual lhe fora negado por não ter um numero suficiente em sua reserva de armamento.

A que ponto chegamos em até mesmo banalizarmos o Ser Humano , onde as pressões sobre ele exercidas não são mensuradas, sem termos qualquer preocupação os abandonamos ou os excluímos caso traga a tona a nossa incapacidade de formá-lo , sem darmos a esses Homens o devido respeito ou o tratamento profissional merecido, cito como exemplos os crescentes números de suicídios ou de dependência química em nossas fileiras.

Talvez por pensarmos e tratarmos como se fossem peças descartáveis e substituíveis, nos deixamos dar continuidade aos nosso erros.

Acredito que sejamos a única “empresa” do mundo a qual promovemos nossos funcionários por tempo de serviço e não pela sua capacidade ou desempenho fomentando assim a inércia, por outro lado descartamos suas habilidades e suas experiências para suprirem as nossas carências.

Tornando-nos vitimas de manobras políticas cujo alvo é a vaidade, motivando a discórdia.

Em minha seção presencio nossos reformados que vão pegar seus contracheques mesmo sem saúde e sem condições financeiras para viverem o que resta de suas vidas após mais de trinta anos dedicados a nossa profissão e mesmo assim, continuam sustentando o orgulho de serem o que são, Policias Militares, e mesmo sabendo que estão esquecidos e discriminados pelo Governo e pelos seus próprios pares, finge não sentirem a magoa e a tristeza disfarçada pela gloria de terem um dia sido útil para essa sociedade.

A anos continuamos como os nossos dois únicos hospitais,embora tenhamos tido multiplicados os seus dependentes, e que alem de estarem superlotados estão localizados em cima de morros que dificultam o acesso para nossos enfermos, sem esquecermos daqueles mais distantes que são obrigados e gastarem de seus minguados salários para pagarem passagens caras de outros Municípios para terem o atendimento nessas Unidades Hospitalares.

Sem falamos nas dificuldades encontradas pelos dependentes dos que foram mortos ou em cadeiras de roda e quem sabe ate mesmo em cima de uma cama, abandonados e esquecidos

Quantas vezes o Sr presenciou um de nos, ou quem sabe o Sr mesmo não tenha comprando do próprio bolso uma simples resma de folhas para continuarmos o nosso trabalho?

Fomos divididos de maneira covarde com a conivência dos nossos pares pelas gratificações e benefícios os quais não deveriam existir no militarismo propriamente dito, por serem discriminativas e injustas, já que não atingem a todos.

Assistimos calados e imparciais os nossos companheiros sendo assassinados por marginais ou desmoralizados por uma mídia comprometida com o sensacionalismo mesquinho e covarde manipulando a opinião publica sem darmos a eles o simples direito de defesa.

Perdemos a credibilidade daqueles os quais servimos, por darmos ênfase a mentiras ou por escondermos a verdade.

Sei que é uma questão de cultura, de educação a tal reciprocidade das nossas ações com o respeito da nossa sociedade, pois garanto que muitos de nos já ouviram de alguma mãe cujo filho pequeno fazendo “pirraças” ela ao passar por nos, na rua fardados dizer: “Olha que vou mandar o guarda pegar você!” como se fossemos uma fera ou um bicho papão.

Nunca nos preocupamos em manter o vinculo com a sociedade ate a chegada do Sr ao Comando, pois todo o trabalho que era realizado para conquistar a confiança da nossa sociedade era desfeito pela vontade ou pelo capricho dos sucessores que substituíam os Comandos das Unidades.

Ao entrar, o Sr também pensou em nossos filhos ao manter o Colégio da Policia onde o ensino é referencia Estadual e talvez o único lugar que ainda eles possam externar o orgulho da profissão de seus Pais.

Sr Comandante, não sou e nem quero ser candidato a nada, queria apenas que tivéssemos um começo, uma vontade de mudarmos,de arrumarmos nossa casa e é por esse motivo que acredito no Sr, pois em pouco tempo fez o que muitos não tiveram a coragem ou a vontade de fazer.

Sei que cobertos por mantos de cordeiros, alguns lobos insatisfeitos com privilégios os quais não gozam mais, ou para aproveitarem as oportunidades de se promoverem facilitadas pelas carências daqueles os quais já haviam perdido a esperança, tentam deturpar um momento histórico e de direito de Profissionais que honram e se orgulham da profissão que escolheram.

No entanto, a maioria daqueles os quais estão se manifestando por melhores condições de trabalho e principalmente por um salário digno, não o fazem para desrespeitá-lo e muito menos como forma de afronto, mas sim por terem chegado ao limite ao verem seus familiares sofrendo por terem escolhido essa profissão tão digna.

Se tiver que ser punido por minhas palavras, mesmo que sejam a verdade, que assim seja, porem não posso compactuar com a injustiça, pois sou fruto do que me cultivaram.

Creio que minhas palavras sejam os anseios de muito, porem não poderia utilizá-las em nome deles por não ter sido autorizado por eles, mas ficaria feliz ao vê-lo nos Liderando de forma ordeira e pacifica nas negociações de melhorias salariais e de trabalho junto ao que acertadamente o colocou no Comando.

Ricardo Garcia


FONTE FACEBOOK
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PMDF toma nova iniciativa para garantir a ascensão de 2,3 mil servidores

Publicação: 27/01/2012 07:13 Atualização: 27/01/2012 07:18
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) tomou mais uma iniciativa para garantir, o mais rapidamente possível, a ascensão de 2,3 mil servidores. A corporação ingressou, na quarta-feira, com embargos de declaração no Tribunal de Contas do DF (TCDF) a fim de descobrir o alcance da Decisão nº 6.597/10, que determinou a suspensão das promoções por agregação. Em outra frente, o presidente da Câmara Legislativa, Patrício (PT), que tem como base a categoria, se reunirá hoje com o governador do Distrito Federal (GDF), Agnelo Queiroz (PT), para discutir a liberação para 2,1 mil praças com data retroativa a 26 de dezembro.

Na tarde de ontem, Patrício, o distrital Aylton Gomes (PR) — que tem como origem o Corpo de Bombeiros — e o procurador-geral do DF, Rogério Leite Chaves, se reuniram com a presidente do TCDF, Marli Vinhadeli. O objetivo era apresentar propostas de ações do governo a fim de buscar uma solução para reverter o entendimento da Casa. No entanto, a conselheira não entrou no mérito da discussão e orientou o grupo a procurar o relator do processo, Inácio Magalhães. “Não fazemos qualquer tipo de acordo. O conselheiro poderá ouvi-los para conhecer os argumentos, mas a decisão será do Plenário, após o caso passar também pela análise do corpo técnico”, disse a presidente. 
Policiais esperam posição do TCDF sobre as promoções da categoria (Kleber Lima/CB/D.A Press - 17/10/11)
Policiais esperam posição do TCDF sobre as promoções da categoria


Essa foi a única reunião entre o grupo e Vinhadeli para discutir o assunto. Na quarta-feira, o tema foi debatido na Procuradoria-Geral do DF, com a participação dos comandantes-gerais da PM, coronel Sebastião Davi Gouveia, do Corpo de Bombeiros, coronel Gilberto Lopes da Silva, e do chefe da Casa Militar, tenente-coronel Rogério da Silva Leão. “A reunião foi tranquila. Ela nos apresentou aos técnicos da Casa, que nos explicaram a tramitação interna do processo”, resumiu Patrício. 

Análise


O caso estava sob a análise da 1ª Inspetoria de Controle Externo, mas teve de ser devolvido ao relator para a análise dos embargos de declaração. A ação atrasará a análise do mérito, mas poderá servir para a efetivação da mudanças de patente dos praças, visto que o conselheiro terá de explicar que tipo de ascensão está proibida. Em dezembro de 2010, o tribunal determinou a abstenção das promoções por agregação ou em decorrência delas. Por conta disso, o governo cancelou a solenidade prevista para o fim do ano passado.

Para o presidente da Câmara, as promoções dos 2,1 mil praças podem ser feitas imediatamente. Hoje, às 16h, ele apresentará os argumentos técnicos a Agnelo para tentar convencê-lo. “Houve excesso no governo de Rogério Rosso, mas a determinação do tribunal atinge somente os oficiais. Mas a decisão é do governador”, afirma Patrício. O distrital iniciou a conversa com Agnelo na noite de quarta-feira, mas o governador decidiu aguardar o resultado da reunião no Tribunal de Contas antes de tomar qualquer iniciativa. “É uma decisão política”, disse o deputado.

Apesar de as promoções de dezembro de 2011 não serem por agregação, o governo achou prudente suspendê-las. Segundo o tenente-coronel Leão, a medida serviu para evitar questionamentos jurídicos. No entanto, ele garante que os atos serão efetivados com efeitos retroativos no tocante ao soldo e à antiguidade. 

Previsão legal

A promoção de militares por agregação é permitida pela Lei nº 12.086/2009. De acordo com a norma, um policial pode ascender à patente do colega que deixou, temporariamente, a corporação para assumir cargo de confiança no Executivo. No entanto, em novembro de 2010, o TCDF recebeu denúncia de que o governo local teria deturpado a regra para promover 91 militares. Policiais teriam sido nomeados para órgãos como a Secretaria de Segurança Pública e a Casa Militar a fim de liberar as patentes para outros servidores.