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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Encontrado corpo de soldado que caiu em rio em MS, dizem bombeiros Soldado se afogou ao tentar salvar namorada, no rio Aquidauana. Corpo foi encontrado a distância de 10 km do local do acidente.



Equipes do Corpo de Bombeiros do Exército encontraram, nesta terça-feira (24), o corpo do soldado de 19 anos que havia desaparecido nas águas do rio Aquidauana, em Terenos, no domingo (22). O corpo foi encontrado a 10 km do local em que ele foi visto pela última vez.

O corpo do soldado foi encontrado por volta das 9 h(horário de MS). A busca foi realizada por equipe de oito bombeiros, com apoio do Batalhão de Engenharia do Exército em AquidauanaO rapaz não sabia nadar e pulou no rio para tentar salvar a namorada. O soldado começou a se afogar e desapareceu. A garota conseguiu ser resgatada por pessoas que estavam no rio.
O corpo do soldado foi encontrado por volta das 9 h(horário de MS). A busca foi realizada por equipe de oito bombeiros, com apoio do Batalhão de Engenharia do Exército em Aquidauana.
FONTE G1


Policiais militares pedem aumento salarial em ALAGOAS

Policiais militares pedem aumento salarial

AL - A primeira reunião extraordinária das associações militares, realizada na manhã desta segunda-feira (23), foram apresentadas as reivindicações da categoria. Na longa lista dos assuntos em pauta, o foco foi a necessidade de melhora no salário e na carga horária dos policiais.

A categoria afirma que os salários de soldado a capitão estão defasados. Eles pedem aumento real de 10% da data base da categoria e o pagamento dos 7% de aumento do salário que não foram pagos.

A carga horária também é uma preocupação para os profissionais. Eles querem uma escala na qual a cada 12 horas de trabalho, eles folguem 48 horas. Segundo Teobaldo de Almeida, representante da Associação dos Subsoldados e Tenentes (Asmal), na atual escala o militar acaba trabalhando ao longo da semana 48 horas, quando o ideal seria 40 horas semanais.

Na folga, o militar estaria se preparando melhor fisicamente, participando de cursos de qualificação profissional e demais atividades que melhorassem seu desempenho en relação ao trabalho operacional.

NOS JORNAIS: CRISE ENTRE AS POLÍCIAS DERRUBA COMANDO DA PM Crise com a Polícia Civil leva à mudança no comando da PM em Minas

NOS JORNAIS: CRISE ENTRE AS POLÍCIAS DERRUBA COMANDO DA PM

Crise com a Polícia Civil leva à mudança no comando da PM em Minas
Coronel Renato Vieira vai para a reserva. Assume o coronel Márcio Sant'Ana, atual chefe do Estado-Maior, com a missão de ajudar a conter as brigas da corporação com a Polícia Civil
Dentro do conjunto de mudanças que vai anunciar nos próximos dias para a Defesa Social, o governador Antonio Anastasia formalizou ontem a troca do comando da Polícia Militar de Minas Gerais. O coronel Renato Vieira de Souza deixará o cargo depois de amanhã, quando completará 30 anos de serviço público, e será transferido para o quadro de oficiais da reserva. O novo comandante geral da PM será o coronel Márcio Martins Sant’Ana, atualmente chefe do Estado-Maior. Para o lugar de Sant’Ana, está cotado o assessor institucional da PM, coronel Divino Pereira de Brito. 
Em meio a uma crise institucional entre a PM e a Polícia Civil, esta é a segunda troca promovida nos últimos dias. Na sexta-feira, Geórgia Ribeiro Rocha, responsável pela integração das polícias, um dos cargos mais importantes dentro do sistema, foi exonerada pelo secretário de Estado de Defesa Social, Lafayette Andrada (PSDB). Embora Lafayette tenha anunciado que o fez a pedido dela, a exoneração ocorreu numa tentativa de segurar o próprio cargo, ameaçado pelas dificuldades de relacionamento com o seu secretário adjunto, Genilson Ribeiro Zeferino, e pelo agravamento dos embates entre policiais militares e civis. Zeferino também deixará o governo. Tem afirmado aos interlocutores: “Estou limpando as gavetas”. 
Anastasia gostaria de colocar à frente da Secretaria de Estado da Defesa um perfil mais técnico para levar adiante a unificação das polícias. O processo está em momento delicado, em decorrência da escalada de incidentes com morte no confronto entre as polícias. O nome de sua preferência é o do procurador de Justiça Rômulo de Carvalho Ferraz. O procurador nega que tenha sido convidado. 
Se ocorrer a mudança na Defesa Social, Lafayette Andrada retornará à Assembleia Legislativa, onde há novo problema político a ser aplainado. A função de liderança do governo na Casa tem sido cogitada para prestigiar Lafayette Andrada, uma vez que o atual líder, Luiz Humberto Carneiro (PSDB), é pré-candidato à Prefeitura de Uberlândia. Mas há grande resistência entre deputados da base aliada ao nome de Lafayette Andrada. Os parlamentares preferem Bonifácio Mourão (PSDB) na função, considerado afável e um firme negociador. 
fonte jn UAI
blog oficial Cabo Julio

Greve dos policiais militares Greve dos policiais militares: Rio pode ficar sem UPPs em fevereiro. Agentes denunciam atraso no pagamento de gratificações para policiais lotados em UPPs

Greve dos policiais militares

Greve dos policiais militares: Rio pode ficar sem UPPs em fevereiro. Agentes denunciam atraso no pagamento de gratificações para policiais lotados em UPPs

O movimento grevista dos policiais militares chegou com força às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro. Segundo os agentes, a ordem é cruzar os braços nas 19 comunidades beneficiadas pela pacificação, caso o governo do estado não atenda as reivindicações dos policiais militares.

Gratificações atrasadas

Apesar de a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-RJ) ter anunciado que as gratificações especiais dos policiais lotados em UPPs seriam pagas até o dia 10 de janeiro, os agentes ainda não viram a cor do dinheiro. A Secretaria de Segurança atribui o atraso a um processo de digitação pendente na Polícia Militar, o que não diminui a revolta dos agentes. Fonte: Jornal do Brasil (Jorge Lourenço)

domingo, 22 de janeiro de 2012

DATA BASE REPOSIÇÃO SALARIAL JÁ

DEPUTADO ESTADUAL MAJOR ARAUJO TRABALHANDO NÃO SÓ EM DEFESA DE SERVIDORES DA SEGURANÇA PUBLICA MAS EM BUSCA DE CONQUISTAS PARA A CLASSE DOS SERVIDORES DA EDUCAÇÃO NO ESTADO DE GOIAS

Jornada excessiva aumenta erro policial", diz Major Araújo

Foto: Carlos Costa
Foto: Carlos Costa
A redução nos índices de violência em Goiânia deu-se através do aumento do efetivo, esse, devido a dobra de serviços. Segundo o deputado Major Araújo (PRB), representante da classe, a polícia está trabalhando dobrado, porém, com eficiência menor.
O deputado afirma que o Batalhão de Trânsito é o mais afetado pela jornada excessiva de trabalho e isso reflete na sociedade. “Somos a única classe que não temos limites de jornada de trabalho”, explica.
A carga horária dos policias foi discutida em um Seminário realizado na Assembleia Legislativa. O parlamentar conta que, segundo especialistas, a jornada excessiva traz danos como: déficit de atenção e aumento da probabilidade de violência policial.
O Major revela que a polícia é recordista em casos de afastamentos por problemas psiquiátricos. “A PM é campeã de profissionais que trabalham com restrições, muitos, com restrição de uso de armas, mas continuam trabalhando”. O deputado diz ainda que, se todos os policiais com problemas psicológicos fossem afastados a situação do efetivo se agravaria mais.
“A jornada excessiva aumenta a probabilidade de erro policial, e, erro com a pistola na mão”, disse Araújo. O PM diz que há registros de policiais que estão trabalhando doentes, fazendo uso de remédios controlados, devido a carga horária.
Em relação ao salário dos PMs goianos, o deputado diz a questão salarial é razoável. Araújo declara que a PM está refém das gratificações. Para ele, horas extras remuneradas é um paliativo que tem escravizado o policial.

Assembleia aprova projeto que altera carreira dos professores

A Assembleia Legislativa do Goiás aprovou, em segunda e definitiva votação, o projeto de nº 5.132, que altera o Estatuto e o Plano de Cargos e Vencimentos do Pessoal do Magistério.
Houve muita discussão em torno da aprovação do projeto, os professores estiveram presentes protestando contra, mas a base aliada do Governo conseguiu aprovar o projeto, que prevê atualização o piso salarial de R$ 1.137 para R$ 1.395, com impacto anual de R$ 260 milhões.
Votaram contra a matéria os deputado Luis Cesar Bueno (PT), Bruno Peixoto (PMDB), José Essado (PMDB), Isaura Lemos (PCdoB), Major Araújo (PRB),Francisco Gedda (PTN), Daniel Vilela (PMDB), Mauro Rubem (PT) e Humberto Aidar (PT).
A gratificação por titularidade vai ser extinta, no lugar foi criado um novo projeto de comissão para discutir o processo de gratificação por meritocracia. O cálculo de vencimento entre as categorias P1 e P4 também foi modificado.
Professores
O sindicato dos professores de Goiás organizou inúmeras manifestações contra o projeto, mas não conseguiu impedir sua aprovação. A presidente do sindicato Ieda Leal considera o projeto um retrocesso no plano de carreira dos professores.
“Ele é muito ruim porque ele destrói a carreira. Está tirando a possibilidade, nós tínhamos um plano de carreira, na medida em que nós apresentamos as titularidades tínhamos esse recurso. Agora tá dizendo que diminuiu de 40 % vai para 20% e as outras questões passam a ser 10%. Tira a possibilidade da valorização do trabalhador. Achatar a carreira não é ganho real. Tanto que há um equivoco, o economista que hoje é secretário da educação ele manipula os números para prejudicar o trabalhador da educação” destacou.
O deputado Mauro Rubem (PT) também não concorda com a aprovação do projeto.
“Primeiro que aplicar R$ 250 milhões já está atrasado e é uma lei federal do piso salarial que já deveria estar desde o ano passado. O governo achata a carreira dos professores, reduz porque garante o piso para o P1 que são R$ 923 para os professores e não mantém a mesma proporção de salário para os 28 mil professores que estão no P2, P3 e P4. Então a titularidade reduz , hoje ela é de 50 % para doutorado , 40% para mestrado, e vai para 20 e 10 %” explicou.
Já o líder do governo, Helder Valin (PSDB)contesta e afirma que o governo vai aplicar R$ 250 milhões a mais na educação em 2012.
“ É uma discussão política, o governo vai disponibilizar em 2012, R$ 250 milhões à mais do que foi gasto em 2011. Então como que o plano vai ser ruim, se vai investir a mais?” frisou.

Fotos de Igor Gomes TRISTEZA NA PM DA BAHIA ATÉ QUANDO VAMOS AGUENTAR? A TRISTEZA NÃO É SÓ DA PM DA BAHIA, MAS SIM, DE TODAS AS POLÍCIAS DO BRASIL... A barbaridade com que o crime aconteceu chocou todo o estado bahiano e agora está sendo estopim para um protesto da PM em todo o Brasil, que inclusive, já demonstrou adesão dos PMs do Piauí. Os policiais bahianos foram levados por bandidos, membros de guangues, para um local distante das residências, onde tiveram mãos e pés amarrados em uma estaca de madeira, junto a uma cerca, e então, foram executados com tiros na cabeça. Os corpos foram encontrados em uma cena lastimável. As fotos da cena do crime estão sendo usadas em protesto por policiais militares de todo o Brasil, visando chamar a atenção das autoridades governamentais para o risco que correm os profissionais da Segurança Pública. Na manhã desta quinta-feira (1º), a redação do Portal ai5piaui recebeu as palavras de protesto de um policial militar do Piauí e mostra as fotos do crime que vitimou fatalmente dois PMs em Juazeiro, na Bahia. Nas poucas palavras fica registrado o protesto e indignação do policial militar piauiense: 'Covardia é isso, cadê os direitos humanos agora? DEUS ampare estas famílias porque os DIREITOS HUMANOS não vão! "O Brasil precisa ver o risco que corremos comparado ao risco que outros correm!

Fotos de Igor Gomes
TRISTEZA NA PM DA BAHIA
ATÉ QUANDO VAMOS AGUENTAR?


A TRISTEZA NÃO É SÓ DA PM DA BAHIA, MAS SIM, DE TODAS AS POLÍCIAS DO BRASIL...

A barbaridade com que o crime aconteceu chocou todo o estado bahiano e agora está sendo estopim para um protesto da PM em todo o Brasil, que inclusive, já demonstrou adesão dos PMs do Piauí.
Os policiais bahianos foram levados por bandidos, membros de guangues, para um local distante das residências, onde tiveram mãos e pés amarrados em uma estaca de madeira, junto a uma cerca, e então, foram executados com tiros na cabeça.

Os corpos foram encontrados em uma cena lastimável.

As fotos da cena do crime estão sendo usadas em protesto por policiais militares de todo o Brasil, visando chamar a atenção das autoridades governamentais para o risco que correm os profissionais da Segurança Pública.

Na manhã desta quinta-feira (1º), a redação do Portal ai5piaui recebeu as palavras de protesto de um policial militar do Piauí e mostra as fotos do crime que vitimou fatalmente dois PMs em Juazeiro, na Bahia.
Nas poucas palavras fica registrado o protesto e indignação do policial militar piauiense: 'Covardia é isso, cadê os direitos humanos agora? DEUS ampare estas famílias porque os DIREITOS HUMANOS não vão!

"O Brasil precisa ver o risco que corremos comparado ao risco que outros correm!

Divulgue para os seus conhecidos esta situação, que é porque a Câmara dos Deputados, Ainda não votou a “PEC 300/08” O que você poder fazer para ajudar



Divulgue para os seus conhecidos esta situação, que é porque a Câmara dos Deputados,
Ainda não votou a “PEC 300/08”
O que você poder fazer para ajudar?
Se  não pode participar de todas as manifestações então ligue para Disque Câmara: 0800 619 619 (gratuito).

Vamos ver as manifestações dos policiais por salários justo, nos estados.

PM e bombeiros do Pará entram em greve

Categoria quer 100% de aumento salarial; paralisação é por tempo indeterminado
Do R7, com Agência Estado

Tarso Sarraf/AE
Policiais militares e bombeiros entraram em greve no Pará na última quinta-feira

GrevePM_PA


Bombeiros e policiais militares do Pará fecharam a avenida Nazaré, em frente ao Centro Integrado de Governo, em Belém, durante protesto de paralisação da categoria, na quinta-feira (19). A greve segue por tempo indeterminado.



Eles querem aumento salarial de 100%. O governo do Estado sinalizou com um aumento de 14,13% apenas para os policiais, mas ainda não houve acordo. O Secretário de Segurança, Luiz Fernandes, esteve reunido com representantes.

Durante a manhã desta sexta-feira (20), muitas viaturas seguiam com os pneus furados no centro da capital e as delegacias atendem apenas ocorrências de crimes contra a vida. A Secretaria ainda não tem um número de quantos profissionais aderiram a greve.
fonte r7

Policiais Militares ameaçam entrar em greve no Amazonas

O salário dos militares atualmente varia entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil, dependendo da patente. egundo a associação, atualmente os militares perdem 45% do salário quando vão para a reserva.
Manaus – Policiais militares (PM) e bombeiros do Amazonas podem entrar em greve, na próxima semana, caso a classe e o governo do Estado não cheguem a um acordo sobre o impasse que envolve o subsídio dos servidores. A informação é do presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar (ASSPBMAM), sargento Francisco Pereira, o Pereirinha.
De acordo com o presidente, na próxima segunda-feira, 23, representantes da associação e do governo do Estado se reúnem, na Casa Civil para discutir a proposta apresentada pelo governo, de conceder o subsídio de R$ 80 milhões parcelado em três anos.
 “Nossa proposta é que o governo cumpra a Lei do Subsídio, de conceder os R$ 166 milhões, parcelados em quatro anos”, explicou.
O salário dos militares atualmente varia entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil, dependendo da patente.
Segundo a associação, atualmente os militares perdem 45% do salário quando vão para a reserva.
“Existem policiais que continuam trabalhando mesmo sem terem condições só para não perder as gratificações concedidas a quem está na ativa”, afirmou Pereira.
Entre os adicionais concedidos aos militares estão a Gratificação de Comando e a Gratificação por Trabalho Extra (GTE).
Atualmente 600 militares, de diversas patentes, aguardam para ir para a reserva, no Amazonas.
Em abril do ano passado, policiais militares já haviam cogitado a possibilidade de entrar em greve. Na época, os militares reivindicavam um reajuste salarial de 30% e a aprovação da Lei de Subsídio, responsável por acabar com as gratificações e estipular um salário fixo para policiais e bombeiros.
Fonte: d24am

PM e Bombeiros do Rio se reúnem nesta quarta e podem fazer greve no Carnaval

Ana Cláudia Barros
Policiais militares e Bombeiros do Rio de Janeiro planejam paralisar as atividades no próximo dia 10 de fevereiro, às vésperas do Carnaval, um dos principais eventos no calendário do Estado. Na noite desta quarta-feira (18), as categorias se reúnem em assembleia para definir reivindicações e estratégias. Elas pleiteiam, entre outros, reajuste salarial, vale transporte e carga horária fixa de 40 horas.
A greve deve ser deflagrada caso as negociações com o governo estadual fracassem. A proposta de cruzar os braços começou a ganhar força após a paralisação de PMs e bombeiros do Ceará, iniciada em dezembro do ano passado. No início deste mês, os grupos retornaram ao trabalho após ter parte das reivindicações atendidas.
Donos do pior salário-base do País, os policiais militares do Rio pleiteiam aumento dos vencimentos iniciais de R$ 1.031 para R$ 3 mil, sob alegação da periculosidade de suas atividades. Nas redes sociais e em blogs, o descontentamento dos militares já começou a se espalhar. Em um dos "folders virtuais" que circulam pela rede, as categorias são encorajadas a divulgar o movimento.
"A paralisação na véspera do maior evento mundial, o Carnaval. É muito importante os turistas tomarem conhecimento. Envie para parentes no exterior para divulgarem lá", pede o aviso.
Fim das prisões
Entre as reivindicações, estão ainda o fim das prisões administrativas e a proteção dos policiais grevistas para "evitar atitudes truculentas do governo contra o movimento". Em junho do ano passado, bombeiros militares do Rio de Janeiro foram presos após invasão do quartel-general da corporação. Eles chegaram a entrar em confronto com o Batalhão de Choque e o Bope.

Acordo acaba greve na PM no Pará

Depois de dez horas de negociações exaustivas, o comando grevista dos policiais e bombeiros militares do Estado do Pará aceitou a contraproposta do governo estadual e pôs fim à greve da corporação nesta sexta-feira (20). O acordo foi formalizado por volta de 21 horas, após assembleia dos policiais, reunida em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG). A oferta de reajuste salarial escolonado, variando de 18,25% a 26,25% para os praças e aumento para 70% na gratificação de risco de vida, no entanto, deixou a tropa nitidamente dividida, com um grupo defendendo a continuidade da paralisação.
O anúncio do fim da greve foi feito em conjunto com representantes do governo e os integrantes das várias associações ligadas aos policiais militares e bombeiros, no CIG, em entrevista coletiva à imprensa. A categoria conseguiu avançar ainda no pagamento do auxílio-fardamento, a ser pago, já no mês de fevereiro, no cumprimento do pagamento da interiorização e na jornada de trabalho de 40 horas, que deve vigorar a partir do mês de março.
Os demais itens da pauta de reivindicação dos PMs e bombeiros serão debatidos na mesa de negociação permanente, instalada pelo governo, outro resultado considerado como “vitória” pelas lideranças da categoria. Uma negociação que ficará para depois são os 30% para completar 100% do pagamento da gratificação de risco de vida.
(O Liberal)